E mais uma garimpagem horror punk!
Encontrei na Net esse vídeo com bandas do México, do Chile, da Argentina e do Brasil.
Só sonzeira.
Recomendo demais!
E mais uma garimpagem horror punk!
Encontrei na Net esse vídeo com bandas do México, do Chile, da Argentina e do Brasil.
Só sonzeira.
Recomendo demais!
Olá, pessoas
Essa madrugada meu garimpo horror punk na internet me fez encontrar esse vídeo maravilhoso, uma coletânea de 10 músicas do nosso amado estilo cuja letra versa sobre Sexta Feira Treze, a franquia.
Sem mais enrolação, aqui o link:
Hoje pesquisando horror punk na net, esbarrei nessa coletânea aqui, de nome engraçado e que traz muita coisa legal. Essa coletânea vai desde bandas conhecidas na cena como Murderdolls, The Other e Silent Horror até bandas absurdamente desconhecidas. Uma escuta muito bacana!
Aqui o link para ouvir:
Hoje vou falar das referências pops em mais 2 canções do TLHP GRAVEYARD.
Música: RUN AWAY!
Disco: In Darkness We hide
Essa música é toda baseada nos 2 primeiros filmes da saga "Olhos Famintos".
O primeiro verso diz:
"There's an old farm in the abandoned town...
You can see there by the road."
É literalmente uma referência ao filme 1, ao passo que o primeiro verso da segunda estrofe referencia ao filme 2:
"Many years ago in a college tour
A bus breaking down on the way..."
Música: Distante Sky
Disco: Shark Attack
Essa música conta um pouco da história de Ablon, o personagem principal do livro A Batalha do Apocalipse, escrito pelo Eduardo Spohr.
É escrita em primeira pessoa, como se o Ablon estivesse lembrando sua trajetória, das legiões celestes ao seu exílio na Terra.
Galera, hoje a banda NARDONES lançou o vídeo clipe da música "Dança da Morte".
Quando vi semanas atrás a banda falando desse lançamento, fiquei em estado de atenção, por conta da clara referência a um dos meus livros favoritos do grande Stephen King.
Minhas espectativas estavam altas, mas o clipe surpreendeu ainda mais.
Muito mais que uma versão sonora do livro, o que temos aqui é uma crítica ácida e corretíssima a esse nosso caos e desgoverno. Concordo com tudo, e dá muito alívio ver minha raiva retratada de forma tão precisa em um clipe tão bem feito.
Musicalmente, temos a qualidade nardonica de sempre. Senti fortes influências de Misfits aqui, sem contudo tirar a identidade do grupo.
E gostei ABSURDAMENTE dos vocais, que varia bastante ao longo das melodias cantadas.
Viva o horror punk nacional!
E viva os NARDONES.
Segue o clipe:
Galera, a maioria das minhas músicas recebe inspiração de alguma coisa vinda de outras mídias. Filmes, livros, quadrinhos...
Decidi começar então essa série contando um pouco disso.
Todo post serão 2 músicas abordadas.
Música 1: "Vampires of Delaware"
Disco: TLHP GRAVEYARD - In the Darkness We hide
Essa música foi inspirada em um caso real que aconteceu nos Estados Unidos em 1996, no Kentucky. Um grupo de adolescentes montaram um "clube de vampiros", inspirados em parte pelo RPG Vampiro A Máscara, e o que começou como uma típica coisa de adolescente acabou em assassinatos e várias histórias macabras.
No YouTube tem esse documentário muito bom contando em detalhes o caso.
O documentário se chama Teenage Kentucky Vampires.
Curiosidade: Na música entrou "Delaware" invés de Kentucky simplesmente pq a palavra Kentucky não se encaixou na melodia.
Música 2: "The Ghost Hunter"
Disco: TLHP GRAVEYARD - Halloween Feelings
Essa foi a primeira música gravada pelo TLHP, e toda letra foi baseada nos quadrinhos italianos do personagem Dylan Dog, uma espécie de John Constantine da terra da bota (mas muito mais interessante).
Também tem influências de outro personagem dos quadrinhos, o Martyn Mystere.
Basicamente, a letra conta a história do Dylan Dog atrás de uma vampira que tem liberado antigas maldições nas noites escuras da cidade.
Fala, pessoal
E segue mais algumas artes para inspirar na hora de ouvir ou mesmo na hora de compor horror punk!
Argyle Goolsby é um dos nomes mais importantes e emblemáticos do horror Punk mundial. Vindo do grande Blitzkid, o cara sempre foi sinonimo de qualidade e competência musical.
Eu Juro que queria MUITO encontrar algum defeito nesse disco.
Queria dizer que o som é cristalino demais (e é), que é tudo tão lapidado e complexo que quase deixa o "punk" do horror punk de lado (e isso acontece mesmo), que muitas músicas são muito mais ligadas a outros estilos, que é tudo muito complexo, mas...
Não teve como!
Sério, é praticamente impossível encontrar um defeito nesse disco. Argyle lançou não apenas um disco, mas sim uma aula de produção, execução, composição, não apenas dentro do horror punk, mas do rock em geral.
Vamos por partes, começando pelos vocais.
Verdade seja dita: o cara sabe cantar. E muito. A capacidade vocal do cara é impressionante. Alem de uma quantidade absurda de timbres diferentes, o homem sabe criar melodias vocais absurdamente cativantes e diferenciadas. E mais que isso, em cada música ele apresenta uma impostação de voz diferente. E tudo dentro de uma afinação ridiculamente precisa.
Os backing vocals então, meu Deus do Céu...mesmo achando que existem mais backing vocals do que as músicas de fato pediam, eles são feitos com tanto cuidado, diversificação e afinação que na verdade eu já começava a escutar cada música curioso para saber como ele faria.
Em algumas músicas existem backing vocals em cima dos backing vocal, criando verdadeiras harmonias vocais com um grau de complexidade similar a de algumas peças clássicas, e não estou exagerando (sou formado em violão erudito, então posso falar com propriedade).
O instrumental é outra coisa absurda. As músicas são complexas e cheias de passagens diferentes, quebras de ritmo...tudo feito de forma tão orgânica que quase soam simples (QUASE).
Algumas músicas realmente se aproximam de outros estilos, como "Life Without a Soul", que entra de cabeça no metal, ou "The Black Holly", que flerta com o country.
Eu, como amante da tosqueira, queria muito dizer que esse disco não me agradou por ser perfeito demais, cristalino demais, bem em cantado demais.
Mas simplesmente não deu.
É de longe um dos discos mais legais que eu ouvi na vida, e talvez o disco de horror punk mais bem produzido da história do estilo.
Conclusão?
Escuta OBRIGATÓRIA!
Olá, pessoal
Sei que esse título é bem auto explicativo, e a maior parte do que eu falarei aqui serão coisas óbvias.
Mas pela importância do tema, acho que é sempre válido lembrar e relembrar.
A cena do Horror Punk nacional é muito produtiva. Temos dezenas de discos fantásticos, de muitas bandas diferentes. E ao mesmo tempo, é uma cena relativamente pequena e independente. E que conta muito com a participação efetiva de todos para prosperar e sobreviver.
Colocarei na forma de tópicos, comentando um pouco sobre cada 1 deles:
1- Ajude a divulgar a cena para ALÉM da cena
De tempos em tempos, coloque nas suas redes sociais um video ou clipe de alguma banda da cena. Pode ser a SUA banda, inclusive. Compartilhe em grupos que não fazem parte da cena, mas que possam ter interesse. O número de pessoas que se interessam pelo genero "horror" é enorme, em filmes, livros e séries. Muitas dessas pessoas são fãs em potencial do nosso estilo, apenas não sabem ainda.
2- Apoie as inciativas dentro da cena
Uma banda da cena lançou video clipe novo? Dê um like. Uma banda fez um post em alguma rede? Comente. Como o Popeye do Sertão Sangrento certa vez me disse, só de alguém na cena ter a coragem de fazer algo já merece nossa aprovação. Se não está sendo passada nenhuma mensagem "torta" ou criminosa, apoie, mesmo que for algo fora do seu gosto pessoal. Se realmente não gostou, invés de parecer um tiozão roqueiro truzão que não gosta de nada e está com o dedo do "dislike" sempre pronto, entre em contato com a banda em privado, e diga o que você acha que a banda possa fazer para melhorar ainda mais aquilo que você não curtiu. É bem mais trabalhoso do que simplesmente dar um "não curti", mas irá contribuir muito mais.
A cena já é pequena, e se a galera de dentro dela jogar contra uns contra os outros, aí que não vai para a frente mesmo!
3- Compre material oficial que as bandas produzem (se você tiver condições)
Principalmente agora, onde muita gente dentro da cena teve quedas de rendimentos bem significativas. Se você tiver condições, compre o merchandising oficial. Aquele boné , adesivos, cds...
4- Entre em contato com as bandas que você curte
Faça a galera saber que você está curtindo o que ela tem feito. Saber que tem pessoas aí curtindo o seu trampo motiva muito, e se reverte em mais inspiração para que mais material seja produzido.
5- Mostre o seu trabalho
Não tenha medo de mostrar aquilo que você faz que se relaciona com a cena. Se você é desenhista, design, musico...não precisa esperar ficar perfeito. Mostre. Sempre tem gente aí fora, pronto para ver, comentar, curtir, dar o feedback.
6- Não desanime
Continue produzindo. Como dito no primeiro item, tem muita gente que ainda não está na cena que entrará quando conhecer o genero horror punk. Eu sinceramente acho que é uma das vertentes do rock com o maior apelo para além do seu público habitual. Então vale a pena continuar até ver toda essa galera ser abarcada.
Por enquanto é isso!
Hoje venho nesse post rápido para falar de uma banda que eu escuto loucamente, mas me parece ser pouco conhecida por aqui.
Falo do conjunto MIGUEL AND THE LIVING DEAD, uma banda da Polônia que esteve em atividade de 2001 á 2007 (mas até hoje em dia os caras atualizam as redes sociais, relançam material e tocam em alguns festivais).
Durante o tempo em que a banda esteve em atividade (composicional), foram lançados 2 discos, além de uma demo inicial.
O que eu mais gosto na banda é a mescla de estilos que os caras fazem; uma mistura MUITO bem feita de Horror Punk, Psychobilly (talvez o elemento principal do som dos caras), rock gótico anos 80 e deathrock.
Eu acho um absurdo de bom o som dos caras, e o vocal com certeza influenciou meu jeito de cantar.
Segue aqui o link para o YouTube com os 2 discos fantásticos que eles lançaram:
ALARM!
E "POSTCARDS FROM THE OTHER SIDE"
People, sem muita enrolação, aqui está:
A versão para impressão do Horror Punk Zine 1.
Agora com todas as páginas com fundo branco e fonte preta. A Diagramação continua igual!
Mantive as fotos e ilustrações coloridas, mas essa versão é 80% mais econômica de tinta do que original.
A capa continua a mesma, essa colorida.
Provavelmente, será essa versão que virará a versão física do Zine.
Abraços!
Aqui o download:
A banda YES é um verdadeiro monumento dentro do rock progressivo. A banda, que se iniciou lá no final dos anos 60, marcou para sempre o gê...